Como posso saber algo que sei ver, mas julgo imaginar? Como posso saber… Geralmente eu sei, mas como posso ter a certeza que estou certa? Voltando ao mesmo, não quero que o resultado seja, de novo, Broken Strings… Basta-me, hoje, aqui, agora, basta-me o que há. Não preciso de mais, estou num estágio relativamente calmo, em que os meus problemas são reais e concretos (e, assim sendo, com solução), não necessito de questões utópicas pelas quais já passei e cujo resultado julgo saber. Não, eu nego-me a isso. No entanto… No entanto… Voltarei ao mesmo. Porque por mais caminhos que percorra, por mais trilhos que desbrave, voltarei sempre a casa: aos braços aos quais sinto que pertenço. Mas que nunca serão meus.
Enfim... A minha vida é estranha mesmo. Há dias em que me odeio, olho-me ao espelho e penso: "Ninguém no mundo é tão estúpido e insensivel como tu!"... Noutros sinto-me apenas confusa, sem saber se devo viver ou limitar-me a existir...
E por vezes, quando tudo isto me assola ao mesmo tempo, apetece-me, simplesmente... Desaparecer...

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